Cada vez mais colaboradores têm ficado doentes em função do excesso de trabalho. Altas cargas horárias, muitas demandas e pressão estão adoecendo os trabalhadores que acabam desenvolvendo a síndrome de burnout. Porém, o contrário também é preocupante: o excesso de tédio, chamado de síndrome de boreout, deve ser cuidado.

O que é síndrome de boreout

Isso porque o funcionário pode se sentir desvalorizado e subaproveitado, desmotivando-se em suas funções. Se um colaborador tem 8 horas para terminar uma tarefa, na qual conclui em 2, ele ainda terá 6 horas “sem saber o que fazer”.

O que é a síndrome do boreout?

Vinda da palavra em inglês “boring”, que quer dizer tédio, a síndrome do boreout diz respeito ao indivíduo que, sem tarefas para finalizar, entra em um estado de apatia permanente. Em casos mais graves, o colaborador pode desenvolver ansiedade e depressão.

A expressão ficou mais conhecida na pandemia, quando muitos funcionários passaram a trabalhar em casa no estilo home office e acabaram diminuindo o contato com colegas e gestores.

Em ambas as síndromes burnout e boreout é papel do gestor saber delegar. Se há membros da equipe sofrendo de alguma dessas condições, pode ser que o gestor não esteja distribuindo as tarefas corretamente.

Veja o que é a síndrome de burnout:

É claro que nem sempre sua agenda estará cheia e terão dias mais tranquilos do que outros. Porém, o problema é quando isso vira uma constante – enquanto o seu time parece sempre atolado de demandas.

Outro indicador interessante a ser observado é a quantidade de desafios que você tem na empresa. Criar metas para um desenvolvimento de carreira, juntamente com o seu gestor, é motivante para estudar e trabalhar mais (e melhor). Porém, quando há a falta dessa perspectiva, pode ser que você se sinta subvalorizado.

Outros sintomas comuns da síndrome de boreout são estresse, desmotivação e dificuldade de concentração. Esses sintomas devem ser analisados de acordo com o contexto.

Quais são as principais semelhanças entre burnout e boreout?

Tanto o excesso de trabalho, síndrome de burnout, quanto a escassez dele, síndrome de boreout, podem infringir sintomas físicos no colaborador, como estresse, dificuldade de se concentrar, dores de cabeça, ansiedade e depressão.

Além disso, ambas as síndromes podem ser reflexos de uma má gestão que não está sabendo dividir tarefas. É importante que tanto os líderes quanto o setor de RH estejam atentos aos seus funcionários.

Quais as principais diferenças entre burnout e boreout?

A primeira principal diferença entre as síndromes é a doença em si: enquanto uma é causada pelo excesso de trabalho, a outra é pela falta dele

Além disso, a síndrome de boreout também pode ter como causa a baixa quantidade de tarefas e desafios que o funcionário encontra na empresa – principalmente quando ele se sente capaz de entregar mais.

Outra diferença importante é na percepção que os funcionários têm da empresa. Enquanto na síndrome de burnout o colaborador tem a impressão de trabalhar num ambiente hostil e estressante, no boreout a sensação é de tédio e apatia pelas atividades.

Semelhanças e diferenças entre a síndrome de boreout e a síndrome de burnout

Para que o colaborador consiga superar a síndrome de boreout, é importante definir atividades e metas, estabelecer um plano de carreira e manter uma boa comunicação com espaço para feedbacks. Além disso, incluir o uso de benefícios corporativos poderá auxiliar na saúde mental de seus colaboradores.

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